galante perante à galega
Não nega o prato feito sobre a cama
deixa toda virgem impura
batizada feita cachaça barata
sem essa’ranha
nem tanto nem tampouco
minha RAINHA
me-u mel se-u vinho tinto
macula à parede
o quadro do Rei
Roberto que quando canta
me-u pau levanta & chora’
saudades nossas
nesses tempos de trampos
nós vagueamos aos beijos
com as portas abertas
ao escancaro
encaramos
o vento &
a polícia
antes que o dia acabe em PIZZA.
( o demônio, PIERROT das 11 horas,
veste preto & morde as carótidas solitárias.
de quando em vez, escatológico,
margeia & esperneia nas coxas’eu esperma:
-“Pra que deus garanta o pecado,
que se origina na desordem,
& pronto, o farto amor se inicia”.)